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TEXTOS E APOSTILAS
Telescópios na Escola
Palestra: Geofísica
Deriva Continental e Tectônica de Placas
Departamento de Astronomia do Iag/USP
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Descrição
Originalmente publicado no CDROM do Curso de Extensão Universitária oferecido pelo Departamento de Astronomia do IAG/USP em 2004.Em caso de dúvida, favor contactar-nos por e-mail (ceu@astro.iag.usp.br)

Trecho
rasos eram mais jovens, ou seja, que a crosta oceânica mais profunda é mais velha. Esta informação foi importante para a evolução da idéia da deriva continental para a teoria da Tectônica de Placas.

Uma das últimas fotos de Wegener, em novembro de 1930, pouco antes de partir para a sua última expedição, em companhia do esquimó Rasmus Villumsen.

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A contestação da teoria
A teoria de Wegener foi muito contestada nos anos seguintes à sua morte, com o principal ponto negativo sendo o fato de que as massas continentais não poderiam se movimentar pelos oceanos da maneira proposta sem se fragmentar inteiramente, o que foi argumentado por Harold Jeffreys, um renomado sismólogo inglês. No início da década de 1950, porém, as idéias de Wegener foram retomadas, face a novas observações e descobertas científicas, ligadas especialmente aos oceanos. Um novo debate surgiu sobre as provocativas idéias de Wegener e suas implicações.

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Deriva Continental e Tectônica de Placas
1912-1915 1915-1930 1930 1930-1950 1950-1960

1960-1962 1963

Teoria da Deriva Continental Debates e contestações Morte de Wegener na Groenlândia Teoria abandonada nos EUA Reavivamento da teoria Exploração do assoalho oceânico "Magnetismo fóssil" nas rochas Deriva polar Espalhamento do assoalho oceânico Geopoetry Anomalias magnéticas oceânicas associadas ao espalhamento

Wegener

Bullard Blackett Runcorn Dietz, Hess Matthews Vine

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Deriva Continental e Tectônica de Placas
1963-1966

1965-1966 1967-1968

1968-1970

Reversões do campo magnético Datação de derrames continentais Datação de sedimentos marinhos Falhas transformantes Distribuição de terremotos Surge a TECTÔNICA DE PLACAS incorporando o espalhamento do assoalho oceânico e as idéias de deriva continental Escala temporal de reversões Deep Sea Drilling Project Geopoetry -> Geofact

Cox

Dietz, Hess

Glomar Challenger

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Telescópios na Escola

O programa educacional Telescópios na Escola visa o ensino em ciências utilizando telescópios robóticos para a obtenção de imagens dos astros em tempo real. Os telescópios são operados remotamente através de uma página web, não necessitando de conhecimento prévio em Astronomia. O uso de telescópios em educação é uma forma agradável e eficiente para os alunos experimentarem ciência e tecnologia enquanto exploram a sua vizinhança no Universo. Os jovens, e aqui estão incluídos os professores, gostam de alcançar novos horizontes. Através deste programa, eles próprios passam a ser os exploradores; escolhem quais objetos estudar (estrelas, planetas, asteróides, cometas, galáxias, etc.); planejam e fazem as observações, com apoio dos membros do projeto; decidem como trabalhar com os dados e ainda aprendem como fazê-lo. A página do projeto fornece também sugestões de atividades didáticas e textos para download.

Telescópios na Escola

Palestra: Geofísica
Telescópios na Escola
Autores Departamento de Astronomia do IAG/USP
Instituição IAG/USP


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Estação Ciência Escola de Artes, Ciências e Humanidades Instituto de Física

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